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Entries for week 49 of 2007

From 12/8/2007 to 12/14/2007


SAT
8
DEC
2007

Como começou?

By Fernanda Pereira

     Como começou esta minha paixão pela culinária? Eu não tenho certeza, mas tenho minhas suspeitas, e elas são bem usuais, como na família de qualquer pessoa que tenha a mesma paixão eu acho. Sempre temos aquele parente mais próximo que ama cozinha e tudo que a envolve de alguma forma.

     Por exemplo, minhas duas avós foram estas pessoas na minha vida, porém de formas bem diferentes:

 

     Minha avó paterna (Vó Zita) era uma pessoa apaixonada pela comida até atingir os níveis da irresponsabilidade, uma vez que era diabética e comia doce como ninguém. Mas exageros à parte, ela tinha um caderninho bem surrado no qual ela escrevia o nome de cada neto e nele listava as comidas preferidas de cada um deles e cada vez que nós íamos passar uma temporada na casa dela, nos fartávamos de tanto comer. E não era só comer tudo o que você gostava aos poucos não, ela mandava que a cozinheira fizesse tudo de uma vez só, o que nos deixava, criança que éramos eu e minha irmã, sem nem saber por onde começar. Foi lá que aprendi a gostar de tudo o que é mineiro com algumas influências...o pão de queijo obrigatório, o cafézinho, a coalhada temperada com cheiro verde que só ela fazia à moda antiga e os famosos biscoitinhos de todo tipo que ela sempre tinha distribuídos em latas pela casa. Apesar de não ser tudo ela quem cozinhava...estes sabores fazem parte da minha infância e me influenciaram muito assim como o cheiro de sabonete Phebo que basta eu fechar os olhos para voltar para Alfenas.

 

     Já minha avó materna (Vó Chica), esta sim cozinhava, e muito bem, apesar de ser uma culinária bem simples. Ela era uma dona de casa como a maioria da sua geração, porém, assim como eu (pois acho que aprendi com ela) gostava de cozinhar para as pessoas para animá-las quando estavam tristes, para presenteá-las nas datas comemorativas, para festejar algum acontecimento, ou seja...tudo era motivo para fazer algo para alguém e sempre com muito carinho. Perdi as contas de quantos anos eu a vi fazer as "roscas de Natal" dela com goiabada em cima (uma para cada filho) e os ovos de páscoa que ela mesma fazia para todos os netos na Páscoa, isso sem contar os preferidos daqui de casa: rocambole recheado com leite condensado cozido, doce de leite em pedaços, suspiro, bolo mármore e tantos outros que, juntos com as lembranás de Alfenas me fizeram quem eu sou hoje. E como disse do cheiro da minha Vó Zita, não podia deixar de mencionar que a Vó Chica cheirava Anais Anais...uma mistura de perfumes e sabores que me levam para muito longe.

 

     Parece que foi assim que tudo começou e hoje eu tento me dedicar à esta arte um pouco mais do que elas tentaram ou puderam fazer para deixar na memória da Sarah e dos que estão a minha volta os sabores do que eu fizer com extremo carinho para eles.

 




MON
10
DEC
2007

Gastronomia

By Fernanda Pereira

 

"Gastronomia é comer olhando para o céu"
                            Millor Fernandes




TUE
11
DEC
2007

Contribuições são sempre bem vindas.

By Fernanda Pereira

Desde que iniciei nesta empreitada de escrever este blog ando lendo o blog de várias outras pessoas sobre o mesmo assunto e um que me deixou encantada, não só pelo fato da autora (Ana Elisa) escrever deliciosamente (sem trocadilhos), mas também pelo fato de dar dicas que considero de suma importância para quem está começando a se aventurar nesta paixão...que é o meu caso.

 

Então esta semana ela colocou uma receita no blog dela e me chamou a atenção o fato de que tinha creme de leite na receita, mas também tinha creme azedo...

 

Eu sempre soube a diferença entre creme de leite e o creme de leite fresco, mas nunca soube que haveriam outros (e olha que são muitos) e muito menos a diferença entre eles. Então com a permissão da Ana, estou copiando aqui o texto dela que explica exatamente estas diferenças, para ajudar quem quer aprender mais também...

 

Beijos Ana e obrigada

 

Creme de leite, sour cream, crème fraîche, a maior bagunçaOpen in a new window

Desde que comecei a fazer bagunça com as panelas, gostei de assistir a programas de culinária. Via já os de Jamie Oliver quando ainda passavam no People & Arts e ele ainda não fazia chapinha nas madeixas. Adorava livros de cozinha em qualquer idioma, e nunca me deixei intimidar por uma receita em francês, por exemplo. O único problema disso tudo era a confusão total e completa em minha cabeça causada pelas inúmeras variações do simples creme de leite que podem existir no mundinho gastronômico. Joguei muito doce no lixo por usar o creme errado, com a quantidade de gordura e a acidez inadequadas. Demorei muito para encontrar fontes confiáveis que me indicassem exatamente o que eram cada uma das variações, e, principalmente, como produzi-las em casa ou substituí-las. Então, apesar de hoje existir muito mais informação a respeito do que há uns 7 anos atrás, vou tentar resumir tudo por aqui para dar uma mãozinha aos igualmente confusos de plantão...

CREME DE LEITE
O creme de leite de latinha ou de caixinha costuma ter por volta de 25% de gordura. Um dos erros mais freqüentes de quem não cozinha muito é tentar batê-lo na batedeira. Seu teor de gordura não é suficiente para que ele forme picos, como o creme de leite fresco (a seguir). Para ganaches, caldas, pudins, molhos, no entanto, ele é excelente. O fato de ter mais soro, no entanto, deixa-o mais amarelado, de modo que não é o ideal para sobremesas que dependam visualmente de uma cor final branca mais delicada. O creme de leite de lata costuma ser menos espesso que o de caixinha, e também parece decantar mais facilmente (quando o soro separa da gordura). Se uma receita pedir por creme de leite (a não ser que indicado especificamente o contrário), não separe o soro da gordura: misture-o novamente com um garfo ou um fouet pequeno, até que fique homogêneo, antes de medi-lo e incorporá-lo à receita.
Outros nomes: já encontrei divergências em muitas fontes, mas pela semelhança no teor de gordura, nunca tive problemas usando o creme de leite de lata ou de caixa quando são requisitados cream, single cream (inglês), crème liquide (francês), panna (italiano), natas (português de Portugal).
Atenção:
algumas receitas podem pedir cream ou light cream (como no caso de um bolo de chocolate do Jamie Oliver), mas estar se referindo a creme de leite fresco, pois existem versões menos gordurosas de creme de leite fresco em países como Inglaterra. Verifique o uso: se você precisar BATER o creme, use o fresco/pasteurizado.

CREME DE LEITE LIGHT
Nunca pensei que entraria algo light em minha casa, mas esse creme, que contém 18% de gordura, é equivalente em uso ao creme de leite comum de lata ou caixinha, só que mais magro.
Outros nomes: light cream, table cream, coffee cream, half-and-half (inglês).

CREME DE LEITE FRESCO
O creme de leite fresco que compramos no supermercado, geralmente cheio de fotinhos de morangos com chantilly, não é de fato creme de leite fresco, uma vez que é pasteurizado. Gerentes de bons supermercados já me garantiram que o fresco de verdade, com maior teor de gordura, só se encontra em versão industrializada no sul do país, assim como natas. No entanto, um pode ser facilmente substituído pelo outro, sem problemas. Ele difere do creme de leite de latinha por ter mais gordura (cerca de 35%) e menos soro, razão pela qual é mais branquinho. Quanto mais branco o creme de leite, então, mais gordura, e, portanto, melhor. Você usará o creme de leite fresco ou pasteurizado para bater chantilly.
Outros nomes: apesar de existirem pequenas diferenças no teor de gordura de um e de outro, você pode usar o creme de leite fresco ou pasteurizado sem problemas sempre que receitas em outros idiomas pedirem por heavy cream (inglês), double cream (inglês), crème fleurette (francês), panna fresca (italiano), natas espessas, natas batidas (português de Portugal, sendo que o segundo é já o creme batido).

CREME DE LEITE AZEDO
É o creme de leite fresco que passou por fermentação por adição de bactéria de ácido lático. Costuma ser espesso como chantilly, firme, e ligeiramente ácido ao paladar, como iogurte, contendo por volta de 18% de gordura. Pode ser comprado pronto em alguns empórios.
Outros nomes: sour cream (inglês), natas ácidas (português de Portugal).
Substituições:
Os franceses não costumam usar sour cream, substituindo-o por crème fraîche. Há fontes que indicam que se pode substituir o sour cream por iogurte natural integral na maioria das receitas.
Para fazer em casa: mistura-se 1 colh. (sopa) de suco de limão a 1 xíc. de creme de leite fresco, e deixa-se a mistura descansar em temperatura ambiente por 30 minutos. Guarde na geladeira até a hora de usar.

CRÈME FRAÎCHE
Especialidade francesa, é um creme de leite fresco um pouco envelhecido, espesso mas ainda líquido, com um sabor ligeiramente ácido. Pode ser usado para bater, como o creme de leite fresco, e é usado tanto em doces como em salgados. O crème fraîche não se encontra no Brasil, mas pode ser produzido em casa com resultados muito próximos do original.
Substituições: em preparações salgadas, pode ser substituído por iogurte ou sour cream.
Para fazer em casa: Misture 500ml de creme de leite fresco a 250ml de creme de leite azedo em uma panela média e mexa. Aqueça em fogo baixo até amornar levemente. Despeje em uma tigela de vidro e cubra com um prato, deixando uma pequena brecha. Deixe em local fresco por 6-8 horas, até que engrosse e fique ácido. Mexa de novo, tampe e leve à geladeira até a hora de usar.

BUTTERMILK
Meu mais recente pesadelo, também não existe em versão industrial no Brasil. Trata-se do soro do leite coalhado que resta no processo de fabricação da manteiga. Se você fizer manteiga em casa, basta guardar o líquido restante na geladeira. Senão, o buttermilk pode ser produzido em casa também com bons resultados, ou mesmo substituído. Ele é bastante líquido e tem, como o sour cream e o crême fraîche, um sabor ligeiramente ácido. Costuma ser usado no preparo de bolos para que, em combinação com o bicarbonato de sódio, fermente a massa.
Substituições: em receitas de doces, pode ser substituído por iogurte natural. Se não tiver nem um nem outro em casa, você pode alterar a receita, substituindo buttermilk por leite na mesma medida e: para cada litro (ou kg) de buttermilk retirado da receita, retirar 15g de bicarbonato de sódio e adicionar 30g de fermento químico em pó.
Para fazer em casa: Misture 1 colh. (sopa) de suco de limão ou vinagre ou 1 colh. (chá) de cremor tártaro a 1 xíc. de leite desnatado e deixe descansar em temperatura ambiente por cerca de 10 minutos, até que talhe.

Definições e usos tiveram como fonte quase todos os livros de minha biblioteca. Algumas das substituições são sugestões do site Cooking for EngineeersOpen in a new window. Se tiver outras dúvidas, experiências com esses ingredientes, ou sugestões de preparos caseiros e substituições, entre em contato!




WED
12
DEC
2007

Sorvete de chocolate da Cristina.

A história deste sorvete começou há pouco mais de 2 meses. Eu e meu marido fomos jantar na casa do chefe dele e na hora da sobremesa...que surpresa agradável...havia um sorvete de chocolate. Já bastava que fosse de chocolate para eu gostar na hora da idéia, apesar de não ser apaixonada por sorvetes, mas experimentei assim mesmo.

 

Mas quando fiz isso tive uma surpresa, pois o sorvete caseiro era surpreendentemente delicioso, fiquei sem palavras...não sabia descrever a sensação. Perguntei à dona da casa quem tinha feito e ela disse ter sido ela mesma, então minha obsessão desde aquele dia foi tentar conseguir este receita para fazer em casa, pois não é normal alguém que não gosta tanto de sorvete como eu se apaixonar assim.

 

Nestes 2 meses comecei a ler sobre várias aventuras culinárias nos blogs da vida e percebi como era difícil fazer um sorvete de qualidade, com os ingredientes certos e a dúvida de se comprar ou não uma sorveteira.

 

Ontem, depois deste tempo de espera, meu marido me mandou um email com a receita do tal sorvete que a Cristina - esposa do chefe dele -tinha me cedido...e quando vi a receita (que dizia o email em tom de brincadeira que era o segredo da família) me diverti com a sua simplicidade, uma vez que só usa 3 ingredientes e ainda por cima não precisa da sorveteira...até desconfiei se a receita estava certa.

 

Bom, mas mãos à obra. Como a receita era super simples eu tinha tudo em casa e fiz o sorvete na mesma hora. A receita falava em creme de leite e não especificava se era com o soro ou não, e eu havia lido o texto da Ana dizendo que quando a receita não diz nada, deve-se usar com o soro, mas fiquei desconfiada que, depois de misturar tudo, o sorvete nunca fosse endurecer, pois ficou uma mistura completamente líquida...com cara de leite com nescau...só que um pouco mais escuro, mas fui em frente e coloquei tudo no congelador.

 

Algumas horas depois não me contive e abri o pote para ver se havia começado a endurecer e vi que os cantos já estavam ficando durinhos, porém, apesar de ter misturado tudo com um fouet (lê-se fuê), ainda haviam pequenos pelotinhos do chocolate em pó flutuando na mistura, então peguei o fuê e dei mais uma misturada em tudo. Agora mais consistente.

 

No outro dia pela manhã o sorvete já estava duro, porém muito mais duro do que a consistência de um sorvete normal, e não na consistência que comi na casa dela, o que me faz suspeitar que, antes de comer você deve deixar ele fora da geladeira por algum tempo para atingir a consistência desejada (como faço para desenformar meu pudim de sorvete), o que dá um pouco de trabalho se você quiser comer naquela hora, mas vale muito à pena.

 

Fotos tiradas, aparência aprovada (apesar de que da próxima vez quero fazer com cacau em pó para ver se fica mais escuro e mais saboroso) passei para a melhor parte...experimentar (tive até que ligar para a minha dentista para pedir autorização, pois estou fazendo clareamento dos dentes e não poderia comer chocolate nestes dias...mas sorvete de chocolate não é chocolate né? Risos...vai fazer isso com chocólatra!!!)

 

Tive que tirar do congelador e esperar uns 20 minutos para poder comer, pois estava muito duro para retirar...só depois de 20 minutos é que consegui pegar o sorvete...mas a espera melhorou o sabor, que era como eu esperava...só precisava ser mais mole...o que será que deu errado? Vou tentar falar com a dona da receita depois e conto para vocês.

 

 

Receita:

1 lata de leite condesado

2 latas de creme de leite com o soro

6 colheres de sopa de chocolate em pó.

 

Misture tudo numa vasilha com um fouet e coloque para gelar.

 

 




THU
13
DEC
2007

Cuscus de frango

By Fernanda Pereira

Este cuscus eu aprendi a fazer com minha mãe antes de me casar e para falar a verdade acho ele tão simples e tão gostoso que vivo repetindo a receita. Na verdade já fiz variações dele, usando camarão, ou atum no lugar do frango desfiado, mas o meu preferido mesmo é o de frango, não só porque é mais saboroso para o meu paladar, mas também porque sempre que sobra frango lá em casa eu aproveito como desculpa para desfiar a fazer de novo o cuscus.

 

Tenho 3 amigas em Sorocaba que simplesmente amam esta receita, tanto que ela virou presença obrigatória em todas as festas que fazemos, até em churrasco eu tinha que fazer o cuscus. Vamos à receita.

 

Receita:

1 peito de frango cozido e desfiado (às vezes uso o resto do frango assado – sem a pele é claro)

10 ovos de codorna cozidos e cortados ao meio

½ xícara de óleo

Cebola picada

1 lata de ervilha

1 lata de milho

4 palmitos picados

1 lata de molho de tomate

Água e farinha de milho para dar ponto

Sal

 

Preparo:

Se você tem sobras de frango cozido ou assado basta desfiá-los, caso contrário pegue um peito de frango e numa panela dê uma fritada nele com óleo e cebola picadinha até dourar e depois vá pingando água para ele cozinhar e ficar dourado. Depois de cozido, desfie o frango, mas não jogue o conteúdo da panela fora, pois você pode usar a mesma para fazer o cuscus.

 

O frango desfiado volta para a panela já com a cebola e com o fogo ligado acrescente o milho, a ervilha, o palmito e o óleo e misture tudo. Coloque sal à gosto.

Em seguida junte a lata de molho de tomate e uma medida da lata de água. O molho fica bem líquido mesmo.

 

Espere a mistura começar a ferver e então comece a juntar aos poucos a farinha de milho, mexendo sempre, até atingir o ponto de começar a desgrudar da panela.

Tire do fogo e coloque com uma colher grande numa fôrma de buraco no meio previamente enfeitada com os ovos de codorna no fundo.

 

Alise toda a mistura na fôrma e em seguida, com ela ainda bem quente. Vire num prato para desenformar. Não espere esfriar pois ela gruda na fôrma e fica mais difícil desenformar.

 

 




THU
13
DEC
2007

Muffins de maçã - Le Cordon Bleu

By Fernanda Pereira

 

Forminhas de silicone

 

Desde que comprei este livro só com receitas de muffins me apaixonei. Primeiro que sempre quis aprender a fazê-los e como tenho dificuldade para traduzir receitas, uma vez que não entendo as medidas, nem os ingredientes, ficava sem lugar para consultar.

 

Então achei O livro – Receitas Caseiras – Muffins (Lê Cordon Bleu) – em português, que traz 23 receitas de muffins doces e 7 receitas de muffins salgados, cada uma mais apetitosa que a outra e com fotos.

 

Para quem nunca fez um muffin, sugiro que experimente, pois são receitas super básicas e fáceis de executar, até pessoas com muito pouca experiência culinária conseguem fazer. Existem fôrmas próprias para muffin, assadeiras já com os espaços para eles onde você pode ou não usar as famosas forminhas de papel, como aquelas de brigadeiro porém maiores. Eu comprei umas forminhas de silicone, que apesar de serem pequenas são muito práticas na hora de desenformar e ainda são bonitas, podendo ser usadas para ir à mesa. (veja nas fotos)

 

Então hoje resolvi fazer os muffins de maçã, que não deram nenhum trabalho e ficaram uma delícia. As únicas diferenças para a receita do livro são que ela pede maçãs verdes e eu usei as que tinha em casa mesmo, das vermelhas, e a receita  diz que rende 6 muffins grandes e para a minha fôrma deram 19 muffins...melhor para mim que penso que estou comendo mais. Queria que vocês pudessem sentir o cheiro da minha casa agora.

 

Receita:

225g de farinha de trigo com fermento

150g de farinha de trigo normal

1 e ½ colheres de chá de fermento em pó

2 colheres de chá de canela em pó

1 colher de chá de noz-moscada

3 colheres de sopa de açúcar

155g de manteiga sem sal

3 colheres de sopa de mel

2 ovos

170ml de leite

3 maçãs descascadas e cortadas em pedaços pequenos

1 colher de chá de canela em pó para polvilhar

2 colheres de chá de açúcar para polvilhar

 

Preparo:

Pré aqueça o forno a 200°C. Unte um tabuleiro para 12 muffins médios de acordo com a receita com manteiga derretida ou óleo. Peneire as farinhas, fermento, canela, noz moscada e açúcar para dentro de uma tigela grande e faça uma cova no centro.

Numa panela pequena derreta a manteiga e o mel em fogo baixo, mexendo sempre e retire assim que derreter. Bata os ovos com o leite.

Coloque de uma só vez a mistura de manteiga e mel, a mistura de leite e ovos, e os pedaços de maçã na cova que fez nos ingredientes secos. Mexa com uma colher de metal até os ingredientes estarem combinados, mas não mexa demais pois a mistura deve ficar com grumos.

Encha as forminhas até cerca de ¾. Polvilhe com a mistura de açúcar e canela e leve cerca de 20-25 minutos ao forno ou até que um palito introduzido no centro do muffin saia limpo. Deixe repousar na forma durante 10 minutos antes de os retirar.




FRI
14
DEC
2007

Caça e caçador

By Fernanda Pereira

Pois é gente...um dia você está super a fim de cozinhar e fazer zilhões de coisas maravilhosas para comer no mesmo dia...já no outro tive uma crise de comer um monte de bobagem na rua para matar a vontade...começou com uma pipoca...mas não aquela pipoca de cinema ou de microondas não, aquela pipoca de pipoqueiro de cidade de interior que tem aquele carrinho com pipoca com "queijinho" e aquele arroz de isopor doce para as crianças sabe?

 

Mandei ver um saco de pipocas com todos os queijinhos que eu tenho direito...e estava muito bom.

 

Depois cheguei em casa e quis comer uma pizza...de disk pizza mesmo...e lá se foram 3 pedaços com guaraná...também uma delícia.

 

Estes dias lendo a revista Vida Simples vi uma reportagem que estava falando da simplicidade das coisas da vida e a repórter (autora do texto) disse que uma vez, entrevistando o Abílio Diniz, perguntou a ele qual era seu prato preferido e ele disse que era o tostex de queijo com tomate que ele mesmo preparava quando chegava do trabalho, o que surpreendeu a repórter que achou que ele ia citar algum prato chique de um restaurante renomado.

 

Mas é isso, tem dia que quero comer o melhor Fetuttine Alfredo com medalhão de filé mignon e no outro quero pipoca com queijinho...vai entender.



   
 
   
 
   
 
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