Desde que fui para a Disney que não tinha mais tomado o café que eu mais gosto no mundo, que é o Moccha do Starbucks...quando fui para lá ainda não tinha Starbucks aqui no Brasil e a gente morria esperando uma oportunidade de tomar de novo...isso sem contar que não é só o café...é todo o ambiente Starbucks que me encanta...me lembra os 3 meses que fiquei na casa da minha irmã e tem o aroma daquela época.
Então como íamos para São Paulo este fim de semana, fiz o Frederico me levar num Starbucks (o da Alameda Santos) para matar minha vontade...estava uma chuva danada, mas fomos debaixo de chuva mesmo...
Assim que eu abro a porta, sinto aquele cheiro de "estou fora do Brasil", fecho os olhos e por pouquíssimos segundos parece que volteino tempo, mas logo me dei conta que estava ali mesmo...mas o lugar é uma delícia, lindo mesmo, não tenho fotos pois estava com a máquina da minha mãe esta hora e acabou a bateria lá dentro...mas tirei depois que cheguei no carro da minha alegriacom meu copinho na mão...o melhor Moccha de todos.
Depois disso fomos para o Parque do Ibirapuera onde o Frederico ia dar uma palestra sobre alimentos orgânicos e depois para o Marcedão Municipal, mas esta é outra história...
Ok, o Bourdain já tinha ido lá...todo mundo que conheço fala do tal sanduíche, quando pedi dicas para o Vitor Hugo de onde ir lá no Mercadão ele disse que infelizmente não tinha tido tempo de comer lá...então eu tinha que experimentar, mas ninguém me avisou que se colocam 300g de mortadela num único sanduíche...fala sério...é uma bomba de colesterol, mas fui adiante, afinal eu só tinha tomado aquele café do Starbucks desde 5 da manhã, e já eram 14 horas...então encarei mesmo.
Pedi um sanduíche de mortadela com queijo quente que custa R$ 8,50 e não deu para comer inteiro...não porque seja ruim...é muito bom, mas porque seja um atentado...olha só..
Só para fazer um "aparte" para quem nunca foi ao Mercadão...lá, quase todas as lanchonetes vendem pão com mortadela, mas a boa e a famosa é a do Box E14, do Bar do Mané...foi lá que comi.
Lá também tem o pastel de bacalhau que é super famoso, mas eu não gosto de bacalhau e o maridão também queria experimentar o sanduíche de mortadela, então fica pra uma próxima vez.
O mercado continua lindo como eu me lembrava...e cheio de aromas e cores.
Queria dar umaolhada numas lojas na 25 depois mas a chuva me impediu...chovia demais aquele dia, mas saí dalí e dei uma passadinha na Rua dos Estudantes (na Liberdade) para ver outras coisas que conto depois.
Coxinha da Real! E agora quem afirmou foi a Revista Seleções Reader´s Digest que elegeu, em janeiro deste ano, a Coxinha da Padaria Real como uma das 100 maiores delícias do Brasil. O resultado da 3ª edição do prêmio “100 Mais Brasil” está na revisa de janeiro de 2008. A revista destaca que esse “é o mais brasileiro dos prêmios. Pois selecionam pessoas, lugares e fatos que fazem do Brasil um lugar único".
E a Padaria Real, um marco gastronômico de Sorocaba, a 92 km de São Paulo, já comemora 50 anos mantendo velhas tradições. Uma delas é esta famosa coxinha de frango, considerada a melhor do Brasil. Pessoas conhecidas como o escritor Mário Prata, não passam pela cidade sem dar uma parada na Real para saborear o salgado. Aliás, ela ficou mais famosa depois que ele (Mario Prata) escreveu seu livro “Diário de um Magro” contando a experiência que teve num spa próximo da cidade e de quando experimentou esta coxinha maravilhosa.
Eu ainda tenho uma preferida no meu Top 1 que é a Coxinha do Wadinho – um bar na praça da cidade de Itajubá – Minas Gerais, que é a melhor de todas, mas a da Real é a Top 2.
Por isso, depois de 6 meses longe, tive que passar lá para dar uma lembrada...e agora tem estas porções de mini-coxinhas, que são exatamente do tamanho da nossa fome (crocante por fora e macia por dentro)...hum!!! Alguém quer uma???
Não foi quase nada, porque me encontro numa situação que não estou podendo comprar nem palitos de fósforos (e não é exagero não...a coisa tá feia), mas eu não iria lá sem comprar as famosas favas de baunilha que eu queria há tanto tempo, então no Mercadão comprei só as favas de baunilha (9 reais cada) e um pacotinho de tempero de pimenta com limão (R$ 1,50)...tudo muito baratinho.
E na Liberdade achei uns cortadores muito fofos, que na verdade são cortadores de legumes, para fazer florzinha de cenoura e tal, mas que vou usar mais para fazer biscoitos. Já estou com a receita daqueles biscoitos que ganhei e estou louca para estreá-los...vão ficar fofos (são 2 tamanhos diferentes de flores lisas e 2 de flores crespinhas e tem proteção para as mãos)
Já começo este texto explicando o porque do "minha" no título deste post...é que desde que me conheço por gente, tenho o sabor na memória desta Torta Paulista e do seu amendoim, que se chama Torta, apesar de parecer mais um pavê...minha mãe sempre fez prá gente...
Mas do mesmo jeito que conheço este sabor, desde sempre também sei que este doce tradicional costuma ter uma camada de leite condensado cozido (ou doce de leite) por último, antes dos enfeites com amendoim, mas aqui em casa nunca usei esta camada, porque nunca gostamos de doces MUITO doces e sem o leite condensado temos um doce maravilhoso e suave...então, por isso chamo de MINHA torta paulista (pois ela é fajuta...risos...falta uma camada mas por escolha do freguês mesmo).
A receita é mais uma bomba de colesterol...risos (qual comida boa não é?) mas eu amo. Ela vem junto com aquelas lembranças de antigamente...
Receita (versão pequena do doce):
100g de bolacha maisena
1 copo de leite com 3 colheres de sopa de Nescau
280g de amendoim torrado e moído
2 gemas
200g de margarina sem sal
150g de açúcar
1 lata de creme de leite sem soro
Bata na batedeira as gemas e o açúcar até ficar homogêneo e junte a margarina e o creme de leite. Bata bem até formar um creme e junte 230g do amendoim. Reserve.
Em uma vasilha coloque metade deste creme e faça uma camada generosa com a bolacha molhada no leite com Nescau (se for preciso coloque mais bolacha até formar umas 2 camadas de bolacha - uma por cima da outra). Despeje a outra metade do creme e por fim decore com o resto do amendoim e leve para gelar.
Se você quiser usar o doce de leite (ou leite condensado cozido) deve usá-lo na última camada...antes da decoração.
Depois é só fechar os olhos...lembrar de quando era criança e COMER...a parte principal (de joelhos e rezando...risos)
Estes dias recebi um email da Flávia, que disse ter entrado no meu site procurando receitas para o jantar mexicano que ia dar na casa dela e que gostou tanto da decoração que acabou se inspirando para fazer o dela...só esta notícia já tinha me deixado louca de feliz...é bom saber que a gente tá sendo visitada, lida e ainda servindo de inspiração né?
Daí ontem ela e mandou as fotos do jantar dela e vi como a decoração tinha realmente sido inspirada na minha e achei uma graça e com a autorização dela (é claro) coloco aqui a foto do meu jantar e do dela para vocês verem as semelhanças.
Ontem fui fazer um passeio com minha filha num Bosque daqui de Guará que nós gostamos muito...tem muita natureza e no meio de tudo a gente se depara com várias formigas fazendo uma verdadeira "compra de mês". Tenho certeza de que o jantar ia ser bem legal no formigueiro naquele dia...risos. Ai como eu queria gostar tanto assim de salada...haha