Bom, o post do dia vai ser dedicado à minha mini-chef de novo, pois estou amando este gosto dela pela cozinha...é lógico que é só para poder fazer bagunça e meleca à vontade sem levar bronca e ainda poder comer bastante “porcaria” depois né? ...risos...uma vez que as receitas para crianças são nada nutritivas, mas mesmo assim é uma gracinha.
Usamos o mesmo livro da outra vez que tem receitas só para crianças e ela escolheu uma receita de “Docinho Além-mar” que parecia super simples, então vou ser bem honesta com vocês...a receita estava completamente errada...falta alguma coisa e por isso não deu certo o ponto que deveria ficar, por isso não vou colocar aqui. Deveria-se misturar leite em pó com leite de coco e açúcar até dar ponto de fazer tipo “cobrinhas” com a massa e cortar os pedacinhos para enrolar como brigadeiro, mas este ponto não acontece (fica muito grudento para enrolar) e ao tentar colocar mais leite em pó para dar o ponto o negócio depois de gelado ficou duro que nem pedra, ou seja, nem ela comeu coitadinha...
Mas de qualquer forma valeu a experiência de vê-la ali, literalmente com a mão na massa, misturando tudo, pois ela achou o máximo misturar tudo com a mão como já me viu fazer tantas vezes...se sentiu importante...e é isso que vale né?
Então doce fracassado, experiência divina e olha ela que fofa...
Hoje, lendo como sempre os blogs que costumo ler diariamente, vi mais uma vez que a Dani tinha postado uma receita de um tal “desafio”. Sempre tive vontade de saber de onde ela tirava estes desafios e desta vez acabei perguntando e agora pouco ela me mandou um comentário passando o link do site que publica estes desafios (mas que para minha tristeza é todo em inglês). Sim, eu falo inglês, mas achei a história toda muito complicada, então tive a idéia, porque não fazermos nosso próprio desafio em Língua Portuguesa?
Não quero ganhar nada com isso não e nem é publicidade, isso posso jurar, só achei que seria uma troca de experiências muito legal, para trocarmos idéias de ingredientes, variações de modo de preparo de um mesmo tipo de prato.
A idéia é simples:
1)Todo primeiro dia do mês eu coloco aqui no site um desafio de um prato que deve ser preparado por vocês em suas casas ao longo de todo o mês. Você pode fazer a sua receita, da forma como quiser, desde que seja o prato proposto aqui...esta é a idéia, trocar as receitas, pois se todos fizessem a mesma não haveria troca.
2)No último dia do mês, você deve postar a receita que fez no seu site, com foto, ingredientes e modo de preparo e com o logo que fiz (que é bem simplesinho, pois não entendo quase nada de computador, mas que é bonitinho)
3)Daí basta me mandar um email para adorocozinhar@hotmail.com confirmando que postou sua receita do desafio, para eu poder listas os links aqui no site, assim todo mundo pode ver variações de um mesmo prato e podemos trocar muitas experiências.
O que acham? Acho uma delícia...e para começar, como estou à procura do creme perfeito e ainda não achei (e pode ser que algum de vocês saiba fazê-lo) vou lançar o desafio do CHEESECAKE e espero que dia 30/04 eu veja muitas idéias maravilhosas para eu testar aqui em casa depois.
Primeiro deixa só eu esclarecer uma dúvida que me perguntaram do desafio do Cheesecake (todo mundo deve postar sua obra no dia 30/04 e me mandar o email avisando para eu linkar no site ok? todas no mesmo dia)
Agora mudando de assunto.
Quando fui aprender a fazer fio de ovos tive que aprender primeiro a dar ponto na calda que teria que banhá-lo, e dar ponto em calda nunca foi uma coisa muito simples, pelo menos para mim.
Quando fui fazer o quindim...a mesma coisa...ponto de fio brando, e errei 2 vezes até acertar, então, buscando na net algo que explicasse o ponto depois do segundo erro, achei várias informações, uma delas muito bem explicada.
Calda é uma solução de açúcar em água fervente. Sua consistência varia de acordo com a quantidade de açúcar em relação à de água. Ela se tornará mais ou menos concentrada conforme o tempo de cozimento e o volume de água que perder. Assim, desenvolverá diferentes características às quais chamamos ponto da calda. O ponto pode ser verificado com auxílio de um termômetro culinário ou observando-se como a calda se comporta em contato com o ar ou água fria. Quando atingir o ponto desejado, retire a panela do fogo e empregue a calda imediatamente.
COMO PREPARAR UMA CALDA
Ingredientes Meio quilo de açúcar 2 xícaras de água 2 colheres de sopa de glucose de milho (opcional)
Preparando Ponha o açúcar em uma panela pequena sem deixar que ultrapasse a metade da altura, porque ao ferver pode derramar. Junte a água e a glucose e misture bem. Leve ao fogo, mexendo até o açúcar se dissolver. Deixe no fogo sem mexer. Quando a calda fervente começar a soltar umas bolhinhas grossas é sinal de que a água iniciou a evaporação e entrou na fase de cozimento. A partir desse momento, diminua o fogo e preste muita atenção, pois num instante a calda passa de um ponto para outro.
PONTOS
Ponto de pasta ou Ponto de véu É o ponto mais tênue e ralo. Para obtê-lo, assim que a calda entrar em fase de cozimento, mergulhe uma escumadeira ou colher. Levante-a e, se a calda ficar ligeiramente presa à escumadeira e escorrer, formando uma espécie de franja ou chuva, o ponto está adequado. É o ponto utilizado no preparo de xaropes e caldas ralas. O termômetro marcará entre 95 e 100 graus.
Ponto de fio brando Após atingir o cozimento, continue cozinhando em fogo brando. Esfrie uma colher na água e em seguida retire um pouco de calda da panela. Mergulhe os dedos em água fria e, com cuidado para não queimar, pegue um pouco de calda entre o indicador e o polegar. Um fio fraco se formará e se romperá assim que os dedos forem afastados. É o ponto utilizado para regar alguns cremes, frutas e doces. O termômetro deverá marcar 105 graus.
Ponto de fio forte Semelhante ao fio brando, porém mais firme. Repita o teste anterior. Um fio mais resistente se formará e levará mais tempo para se romper quando os dedos afastarem. É o ponto utilizado para preparar alguns cremes, doces de pasta e geléias. O termômetro marcará de 107 a 110 graus.
Ponto pérola Sempre em fogo brando, depois que já estiver cozinhando há algum tempo, a calda atingirá o ponto de pérola. Mergulhe um palito e ao retirá-lo várias bolhinhas se formarão em sua superfície. Outra forma de verificar este ponto é deixando escorrer a calda de uma colher de pau. Você obterá um fio mais resistente e que forma na ponta uma bolinha semelhante a uma pérola, ou gota. O termômetro marcará 112 graus.
Ponto de voar Após algum tempo de cozimento, retire um pouco da calda com uma escumadeira. Ao contrário do ponto de pasta, serão formados fios finíssimos e longos, mas que não se quebram, nem soltam da colher. É o ponto usado para merengues, glaçar frutas e doces. O termômetro marcará 120 graus.
Ponto de bala mole Para verificar este ponto, em uma xícara com água fria, despeje uma colher da calda. Em seguida, com os dedos, retire a calda que deverá estar como uma bala macia e puxenta, podendo ser moldada facilmente. Serve para balas moles, merengue italiano, marshmallow, caldas mais densas. O termômetro marcará 115 graus.
Ponto de bala dura Procedendo como no ponto de bala mole, forme imediatamente uma bala com os dedos. A bala formada ficará dura e quebradiça. Pode-se também derramar uma porção da calda em um pires com água fria. Se ela se quebrar ao ser comprimida com o dedo, estará no ponto desejado. O termômetro marcará 135 graus.
Ponto de caramelo Imediatamente após o ponto de bala dura, a calda atinge o ponto de caramelo. Nesse ponto a calda apresenta uma tonalidade dourada um pouco mais forte que um guaraná e um perfume de caramelo. Deixe cair algumas gotas de calda em uma tigela com água fria. A calda deve estalar. Usada para caramelização de fôrmas e doces. O termômetro marcará 145 graus. Para fazer uma calda de caramelo, depois de atingir o ponto, retire do fogo e cuidadosamente jogue uma xícara de água. Retorne ao fogo brando e mexa até derreter por completo.
Ontem fui na Tok Stok (super loja com coisas para casa daqui do Brasil para quem é de fora) e como sempre, não resisti e saí de lá com uma comprinha básica...2 itens que queria muito.
O primeiro, que já usei ontem, que é bonitinho e simples (pois não necessita de tomada nem nada), é este ralador de queijo.
Você só abre a parte de cima dele, coloca um pedaço de queijo parmesão lá e depois encaixa de novo e vai girando com a mão.
Tem que fazer uma forcinha, pois é manual, mas ajuda o meio ambiente gastando menos energia né gente...ando numa fase super ecológica, barrando as raias da loucura, mas tudo bem (assistindo muito "Chega de Desperdício" na GNT).
Não se decpcionem, sei que este apetrecho não é novidade para muitas de vocês, senão para todas...mas é que eu namorava este "secador" de folhas há muito tempo e nunca tinha coragem de comprar por causa do preço...ficava sempre naquele dilema: "Mas o alface custa R$1,00 e vou comprar um negócio para secar que custa R$ 60,00?"
Pois é, eu sucumbi total, não aguentei mais ficar jogando alface, rúcula e um monte de coisa fora porque ficava molhado, murchava e fedia que era uma beleza...então à longo prazo, devo até fazer uma economia, pois nunca mais vou jogar minhas folhinhas fora...eba. (Pelo menos estou tentando me convencer disso para não doer na consciência...haha)
A novidade que achei neste e que não tinha visto em outros é que na tampa, como vocês podem ver na foto, tem uma argola e uma cordinha, então funciona que nem aqueles brinquedos de criança, você puxa a cordinha que gira com força o cesto de dentro e vai "comendo" a cordinha de volta para dentro da tampa.
Será que o mecanismo dura?
Além disso ainda aproveitei outra dica que já li em várias revistas que é a de colocar o alface num pote plástico intercalando folhas de papel toalha para absorver o resto de água que possa ter sobrado nas folhas...o que faz com que eles durem mais tempo na geladeira.
Gostaram?
Então nem vou contar para vocês o apetrecho que vou estrear hoje...haha...morram de curiosidade que coloco as fotos aqui amanhã...este é de morrer...pelo menos para mim (eu nunca tinha visto)...
Fer, sempre vejo suas flores lindas no Chucrute e amo, mas até hoje não tinha aprendido a mexer na função macro da minha máquina...ainda tô apanhando dela, mas como consegui hoje, tirei esta em sua homenagem...que me inspirou, e como flor, beleza, cores e texturas tem tudo a ver com boa comida, acho que vou colocar sempre.
Merengue é o tipo de doce que não tem receita, pois basta fazer as camadas de suspiro, chantilly e morango e colocar para gelar, e você tem um doce que é simplesmente maravilhoso na minha opinião.
Se não quiser fazer camadas você também pode misturar todos estes ingredientes e fazer o famoso "Eton Mess" da Nigella, que nada mais é do que merengue misturado (só que ela tempera os morangos com açúcar e vinagre balsâmico).
Estes são os mais novos livros da minha prateleira.
Segredos de chefs (que ganhei de presente) e como são dicas estou lendo aos poucos.
Maus Bocados (Anthony Bourdain) que também ganhei de presente do meu marido e só li o prmeiro capítulo, na verdade não sou muito fã dele e dos programas dele na TV à cabo, mas meu marido já leu e amou e está insistindo, então vou ler..haha
Por fim o livro que eu não ganhei e queria muito ler, desde que vi a Fer falar sobre ele aqui, então hoje fui comprar e já estou no terceiro capítulo...e para falar a verdade morrendo de medo de não comer mais nada depois que acabar com ele...risos...pois já na introdução de O Dilema do Onívoro (do Michael Pollan) ele já diz:
" Muita gente hoje parece totalmente satisfeita comendo na extremidade da cadeia alimentar industrial sem parar para pensar no assunto; provavelmente este livro não foi feito para essas pessoas. Há nele coisas que vão estragar seus apetites. Mas este é, em última análise, um livro sobre o prazer de comer, os tipos de prazer que, à medida que são conhecidos por nós, só tendem a se aprofundar"
Do jeito que estou fissurada devo ler bem rápido e logo conto para vocês...mas quem quiser se aprofundar o primeiro capítulo dele está disponível para leitura no site da Livraria Cultura.
Só tenho uma coisa a dizer...fui conquistada...eu passava sempre por ele, paquerava, flertava, me insinuava, mas ele não saía lá daquele lugar...sempre frio, sem me dar bola...
Mas esta semana foi diferente, entrei pela porta e ele praticamente se jogou em cima de mim....risos.
Não, não estou traindo o Frederico não, a não ser que meus apetrechos culinários possam ser considerados como um Ricardão...hehe.
Estou me referindo a um capuccineiro que eu estava louca para ter e nunca criava coragem...via ele na vitrine da loja, EM PROMOÇÃO, e mandei ver.
Amo capuccino e não queria aquele mixer porque achava meio "fulerinho" e achava que não ia funcionar e este parecia mais real, não sei porque...mas não é que o danado é um luxo mesmo...fiz café para eu e uma amiga minha esta semana tipo o capuccino da Kopenhagen.
Coloquei raspas de chocolate da Kopenhagen no fundo das minhas xícaras de coleção (olha que lindas)
Fiz o café expresso na minha mini cafeteira italiana.
Daí o apetrecho funciona assim, vc só coloca o leite no fogo para amornar...sem ferver e coloca ele na vasilha do apetrecho sem ultrapassar a marca preta, daí é só bater, puxando a bolinha da tampa para cima e para baixo...em menos de um minuto a espuma dobrou de volume o leite e está magnífica. Daí é só virar um pouco de leite e com a ajuda de uma colher puxar a espuma para a xícara e polvilhar canela em cima.
Eu tenho uma coleção de canecas que começou a muito tempo atrás, antes de eu me casar. Na verdade eu tinha algumas poucas canecas que eu gostava muito de algumas viagens e quando casei com o Frederico ele também tinha outras e resolvemos montar uma estante com elas, daí toda vez que íamos a algum lugar viajar, a gente aumentava a coleção. Minha irmã também viajava muito e me trazia outras.
Com o tempo as pessoas souberam da nossa coleção e começaram a nos dar canecas de presente em todas as ocasiões, o que causou um problema, além de não ter mais espaço para exibi-las a gente acabava ganhando muita coisa feia e ficava meio sem graça.
Então quando nos mudamos para Recife eu aproveitei e fiz uma reciclagem aqui em casa e me livrei de todas que a gente não gostava e fiquei só com as melhores. Daí esta coleção acabou puxando outra, que foi a de "xícrinhas" - leia-se xícaras pequenas com pires para tomar cafezinho...risos.
Nós conhecíamos uma pessoa que tinha uma cesta com várias xícrinhas, só que uma de cada tipo (nenhum jogo inteiro) e eu achava lindo, pois quando ia servir um cafezinho numa festa ela colocava a cestinha em cima da mesa e cada um escolhia uma xícara...e tinha umas lindas, então montei uma para mim também, mas neste caso a coleção demora, pois são peçãs únicas e é difícil vender em unidade e tenho umas raridades que foram pintadas à mão.
Então vou colocar hoje a foto das xícrinhas e outro dia coloco as canecas para vocês verem.
Meu marido tem um blog que fala das questões da vida...e já que ele, ao falar dos nossos sentidos, começou pelo paladar por minha causa (porque será? Risos) e fez uma lista que achei interessante, então resolvi fazer a minha própria, baseada na dele, pois achei a proposta interessante.
Das comidas inesquecíveis:
1) Rocambole da minha Vó Chica recheado com leite condensado cozido
2) Um bolo que minha mãe fazia quando eu era criança, branco com uma cobertura de chocolate clara (porque misturava creme de leite)
3) Carne de porco com batata e tutu de feijão da minha mãe
4) Bruschetta
5) Pudim de sorvete
6) Carne de panela desfiada com cuscus marroquino
7) Macarrão carbonara do meu marido
8) Cozinha de frango catupiry do Wadinho (Itajubá - MG)
9) Pretzel de açúcar e canela quentinho
10) Torta alemã da Palmira (sogra da minha melhor amiga) - e ela não me dá a receita aquela danada.
Das bebidas inesquecíveis:
1) Smirnoff Ice
2) Moccha do Starbucks
3) Milk shake de morango
Dos temperos inesquecíveis:
1) Azeite extra-virgem
2) Pimenta-do-reino
3) Açafrão
Tive que sair correndo senão a lista não ia acabar nunca...hehe
Para esta receita, usei pela primeira vez o livro Docinhos e Biscoitos da série A Grande Cozinha da Abril Coleções. Amo sabor de canela e aquele cheirinho que ela deixa quando está assando, então foi praticamente impossível resistir a esta receita.
A receita parece bastante simples quando se lê e realmente é, sendo que a única dificuldade que ocorreu foi com o tempo para assar. A receita manda que asse por 10 minutos, o que é impossível, pois em 10 minutos eles nem tomaram consciência de que estão no forno ainda...acham que estão tomando uma sauninha...risos.
Então fui deixando mais, e mais, e mais e acabei deixando 40 minutos para ficarem crocantes (acho que também colaborei para o aumento de tempo, pois fiz uns biscoitinhos um pouco mais gordinhos do que a receita pedia).
Uma outra coisa é que a receita, como está no livro, pede 1/2 ovo...vocês acreditam? 1/2 ovo...então aconselho que dobrem a receita e façam com um ovo inteiro, senão que fim você vai dar no 1/2 ovo que sobrar? fala sério...
Mas vamos à receita (da maneira que está no livro):
200g de farinha de trigo
100g de açúcar mascavo
100g de manteiga
5g de canela em pó
sal
1 colher de sopa de leite
1/2 ovo
3g de fermento seco
2 gotas de essência de baunilha
Preparo:
Ponha a manteiga amolecida numa tigela metálica. Acrescente os dois tipos de açúcar, a canela, uma pitada de sal, o leite e o ovo ligeiramente batido. Misture com o fouet até que esteja homogêneo.
Junte a farinha peneirada, o fermento e a essência de baunilha e disponha a massa sobra a mesa, sovando-a rapidamente com as mãos (eu precisei de um pouquinho mais de farinha para ela não ficar grudenta por fora).
Divida a massa em 2 ou 3 partes e forme cilindros de 2,5cm de diâmetro e coloque-os na geladeira por pelo menos 1 hora para endurecer.
Corte os pequenos cilindros com a espessura de 1cm, coloque-os sobre uma assadeira forrada com papel manteiga e asse em forno preaquecido a 190 graus por 40 minutos (no meu caso) ou 10 minutos (no caso do livro)...use seu bom senso.
Retire-os do forno, deixe esfriar na própria assadeira.
É, o tempo passa rápido mesmo e nem tinha me dado conta que já tinha escrito tanto assim, e aprendido tanto assim, então começo este post de comemoração com uma frase:
“Se eu vi mais longe, foi por estar de pé sobre ombros de gigantes”
Estes gigantes no caso são vocês, amigos, que me ensinaram quando eu não sabia a resposta, me apoiaram quando várias receitas deram errado, me procuraram quando eu sumi, me mandaram mimos e tornaram-se mais do que colegas, tornaram-se amigos, puxaram minha orelha quando cometi alguma gafe (Pipoka me desculpe de novo...risos).
Todos vocês são especiais só por perderem algum tempo do seu dia a entrar aqui e ler o que escrevo e, às vezes deixar um comentário...leio MUITOS blogs todos os dias e a cada dia descubro mais um novo que nunca tinha visto e isso só aumenta meu conhecimento.
Então neste post 100 quero fazer alguns agradecimentos especiais:
Ana Elisa – seu blog foi o primeiro que li, amei e por causa dele fui inspirada a começar o meu...então obrigada.
Vitor Hugo – sempre muito gentil, sempre pronto ara esclarecer minhas dúvidas e me tirar um pequeno sorriso ou uma grande gargalhada do rosto...obrigada
Taty – a amizade que conquistei com você não tem preço...quero muito te conhecer e quem sabe ser como você quando eu crescer...haha.
Filipa – acho que uma das blogueiras mais acolhedoras que já conheci até agora neste mundo...obrigada pela amizade também e pela indicação ao meu primeiro prêmio por aqui.
Carlinhos – você me entende e acho que eu entendo você e como sempre diz, faço porque gosto, então obrigada por tudo.
Marcinha – minha salvação em Recife...ainda não consegui te conhecer, mas seu apoio na minha chegada aqui foi demais...valeu mesmo.
Dani – obrigada por me indicar para outro prêmio, fico feliz que dentre tantos blogs você tenha escolhido o meu.
Obrigada também...Fer Guimarães, Marcelo Kats, Valentina, Risonha, Cinara, Iliane, Laurinha, Cozinhar com os Anjos, Marizé, Drica, Fabricia, Natércia, Mimi, Winnie, Aninha, Lica, Mari, Lara, Agdah, Alessander, Clarissa, Chrises, Fafah, Nara, Leila, Laila, Ana Borelli, Julinha, Elvira, Miss Slim...e muitos outros que eu gosto muito, mas não dá para citar o nome doa 50 blogs que leio diariamente...então meninas e meninos, sintam-se todos abraçados por mim e vamos comemorar com este delicioso bolo verde que fiz especialmente para esta data, e amanhã coloco a receita dele para vocês.
ps: tem um agradecimento que também não posso deixar de fazer é a meu marido que tem me ensinado alguns truques de fotografia, para elas ficarem cada vez melhores.
Este bolo é muito simples de fazer, mas deixe eu dar uma dica importantíssima antes de tudo para que vocês não cometam o mesmo erro que eu cometi.
DICA No. 01 - Quando você bate toda a massa do bolo e olha a quantidade você pensa assim: "É pouca massa para colocar numa assadeira grande...o bolo vai ficar muito fino"
Mas daí em seguida você pensa: "Mas também é muito para colocar na assadeira pequena..." Então você faz o que eu fiz...enche 3/4 da assadeira pequena e o restante enche 3/4 das suas forminhas de muffin para não perder a massa certo?
ERRADO.
Esta massa cresce que é um horror...apesar da receita só levar um colher de sopa de fermento, não me atentei ao fato de que estes pacotes de bolo pronto também já vem acrescidos de fermento...ou seja? ela dobra de tamanho (e os 3/4 que eu coloquei??? bom...uma boa parte vazou no forno e a outra fez uma borda de casquinha em volta do bolo...olha a cara dos muffins achatados...risos.
DICA No. 02 - A outra dica é que este bolo não é para desenformar...ele fica EXTREMAMENTE macio e se você tentar desenformar ele se desmancha todo. Foi feito para colocar a cobertura na própria forma (foi isso aconselho uma retangular e não de buraco no meio) e servir ali mesmo, então use sua forma mais bonita para poder levar à mesa.
Dito isso vamos à receita.
Bolo verde:
1 pacote de pó para bolo sabor limão
1 caixinha de gelatina verde
3 ovos
½ xícara de chá de óleo
1 copo de iogurte natural
1 colher de sopa de fermento
1 lata de leite consensado
Suco de 1 limão
Preparo:
Na batedeira bata os ovos e o óleo até ficar homogêneo e depois junte aos poucos o pó do bolo de limão, o pó da gelatina verde e o iogurte (a massa fica bem espessa). Bata bem para desgrudar os pós do fundo da tigela e no final acrescente o fermento.
Assar em forma retangular untada até que, ao inserir um garfo na massa, ele saia limpo.
Depois que o bolo esfriar, misture com o fouet (ou no liquidificador) uma lata de leite condensado com o suco de um limão e jogue por cima do bolo espalhando por toda a superfície.
Esta é a novidade da Casa dos Frios aqui em Recife, o melhor lugar que temo aqui para comprar de tudo: pão, frios, legumes, importados, vinhos...e lá se faz o melor bolo de rolo da cidade (segundo dizem) e que eu já tinha colocado aqui, mas agora eles inventaram o bolo de rolo de chocolate. Honestamente, os choco-dependentes como eu, acabam comprando ara experimentar, mas como o recheio é bem pouco e o sabor não é marcante, não tem lá muita diferença de estar comendo um bolo de chocolate simples mesmo...então viva o bolo de rolo de goiabada...risos.
Lembra daquele biscoitinho de canela que eu fiz? Pois é, aqui em casa é meio que um ciclo vicioso...você faz o biscoito...daí ele começa a ficar velho e você tem que comer com outra coisa gostosa para renovar, daí você faz um sorvete, daí o sorvete também já está na geladeira há um tempão, daí você faz um bolo para combinar com ele e assim vai...e a gente tá sempre comendo mais e fazendo a velha história do "Melado com Farinha"
...é aquela história de que o gato está comendo melado com farinha e a farinha está acabando...então ele coloca um pouquinho mais no prato para comer com o melado, daí o melado vai acabar e ele completa um pouquinho para comer com a farinha...risos...e não acaba mais.
Sou assim...confesso...então para comer o resto dos biscoitinhos de canela, desta vez fiz sorvete de Maple Syrup com nozes, para dizer a verdade não gostei muito do sabor, achei meio sem graça, mas aqui em casa sou sempre do contra, pois odiei o sorvete de romã e meu marido e fila adoraram...então vai saber.
A receita é muito simples:
2 copos de iogurte natural
6 a 8 colheres de sopa de Maple Syrup (eu coloquei 8 e ainda ficou azedinho)
80g de nozes picadas grosseiramente com as mãos.
Eu misturei o iogurte com o Maple Syrup com o fouet e coloquei na sorveteira. Como é pouca mistura ele começa a congelar rápido embaixo, então deixei só 8 minutos, juntei as nozes, deixei mais 2 minutos e já coloquei num recipiente fechado para colocar no freezer (dá uma porção boa, pois é pouco sorvete e não fica sobrando uma eternidade no freezer.
Minha mãe costumava fazer esta comida para a gente desde que me conheço por gente e sempre gostamos muito. Qual criança não gosta de purê de batatas?
Então ontem resolvi fazer para a Sarah, que diga-se de passagem me dá um trabalhão para comer carne. E não é que a danada bateu um pratão e nem reclamou da carne...clássico é clássico.
E como toda comida de mãe (ou vó) é sempre super simples de fazer, não ten absolutamente nenhum segredo.
Refogue a carne moída na panela com os seus temperos de costume e coloque numa travessa. Depois faça um purê de batata e cubra a carne. Para finalizar eu polvilhei queijo parmesão fresco ralado na hora e coloquei um pouquinho só no forno para dar uma ligeira gratinada, senão a comida fica seca.
Difícil né? haha.
A dica aqui é que vc pode trocar a carne (caso seja vegetariano ou tenha alguma sobra na geladeira) pelo que quiser, pode fazer de legumes, de frango...pode variar.
Este é só um produto que achei bonito e queria mostrar para vocês...o gosto poderia ser mais azedinho, afinal foi nisso que pensei quando vi que eram de tangerina...mas não é, é doce, mas achei uma graça o formato em gominhos, dá para enfeitar um doce de tangeria...um sorvete ou até mesmo para fazer lmbrancinhas de aniversário e tal.
Amei...os gominhos são do tamanho de uma tampa de caneta...muito fofos e parecem de verdade.
A gente sempre tem banana sobrando em casa que já tá até preta de maura e logo vai perder né? Lembrei da Ana Elisa agora...
Aqui em casa não é diferente, o que é diferente é que NUNCA jogo comida fora...aqui "nada se perde, tudo se transforma"...risos.
Então a banana que ia estragar virou minha clássica torta de banana de camadas. E ela quantinha com o sorvete de Maple Syrup...hum..lembra do melado com farinha? hehe
Receita:
1 e 1/2 copo de farinha de trigo
1 copo de açúcar
1 colher de chá de essência de baunilha
1 colher de sopa de fermento
1/2 lata de leite
4 ovos
1 lata de leite condensado
bananas fatiadas
Preparo:
Misturar os ingredientes secos (farinha, açúcar e fermento) e dividir em 2 partes.
Pegue um tabuleiro untado e coloque metade da farofa. Por cima disso faça uma camada de bananas fatiadas e despeje o restante da farofa por cima.
Bata no liquidificador os ovos, o leite condensado, o leite e a baunilha e despeje esta mistura na forma por cima de tudo. (eu polvilhei um pouquinho de canela por cima de tudo...não resisti...risos).
Coloque no forno médio, pré-aquecido até dourar e estar cozida a massa.
IMPORTANTE: Vocês devem ter reparado que na primeira foto da torta onde mostro as camadas de banana estou usando uma forma redonda e depois ela pronta está numa forma quadrada...risos...é porque a mistura que se bate no liquidificador fica bem alta na forma e depois que for ao forno cresce ainda mais...e eu tenho um problema sério com este negócio de espaço...sempre acho que vai caber e depois vejo que não (como no bolo verde...risos), então usem uma forma grande.
Eu já tinha visto a receita no meu livro (Nigella Express) mas não tinha feito tchan...até que vi a Nigella fazer os danados no programa dela na GNT...vai tanto chocolate (em barra derretido, cacau em pó, e os chips) que não aguentei...sucumbi...fica preto de tanto chocolate e tinha uma cara divina.
Depois que fiz pude ter certeza, não era só a cara que era divina, os cookies ficam MA-RA-VI-LHOOOO-SOS. Crocantes por fora, molhadinhos por dentro, e você ainda pode congelar alguns para fazer depois.
A receita vai um monte de ingredientes, mas é bem simples de fazer.
Receita:
4 oz de chocolate amargo (cerca de 120 gramas) derretido em banho maria
1/4 xícara de cacau em pó
1 xícara de trigo
1 colher de chá de bicarbonato de sódio (eu não tinha bicarbonato e troquei por meia medida desta de fermento...não é o ideal, mas eu já tinha começado...então...foi assim mesmo)
1/2 colher de chá de sal
1/2 xícara de açúcar mascavo
1/4 de xícara de açúcar branco
100g de manteiga em temperatura ambiente
1 colher de chá de essência de baunilha
1 ovo gelado (isso mesmo, só tire da geladeira na hora de colocar na receita)
2 xícaras de chips de chocolate (é coisa para caraca, mas é assim que fica bom...risos)
Preparo:
Pré-aqueça o forno a 180 graus e derreta o chocolate em banho-maria.
Numa vasilha misture o trigo, o cacau em pó, o bicarbonato e o sal e reserve.
Na vasilha da batedeira coloque a manteiga (em temperatura ambiente) e os dois tipos de açúcar e bata até formar um creme homogêneo. Quando estiver homogêneo, misture o chocolate derretido e continue a bater.
Coloque na mistura a baunilha e o ovo gelado (inteiro direto na mistura da batedeira). Por último coloque os secos e vá batendo até misturar tudo.
Desligue a batedeira e misture os chips com uma colher.
Para fazer os cookies a dica da Nigella, que é bem legal, é usar uma colher de sorvete. Você enche ela de massa e tira a bolinha (como se fosse sorvete) na forma (que não precisa nem untar e nem de papel manteiga - vai direto na forma).
Tanto a receita que vi a Nigella fazer, quanto a minha, deram 12 cookies medidos desta forma (que são cookies bem grandes).
Você não deve achatar os cookies depois de tirar da colher de sorvete...eles vão descendo sozinhos no forno por causa da manteiga e tudo mais. Eu pus 4 destas bolinhas na forma e coloquei direto no congelador, congelei e depois coloquei em saquinhos zip-loc para assar um outro dia.
Coloque no forno por 18 minutos mais ou menos. Você deve fazer como se fosse um bolo, passado este tempo, espetar um palito, mas ele deve sair semi-limpo, e não seco como no caso do bolo. Daí já está bom. Tira do forno, deixa mais uns 5 minutos na forma para esfriar e já pode servir.
DESAFIO DO CHEESECAKE - faltam só 15 dias...participe!!
A idéia é simples:
1)Todo primeiro dia do mês eu coloco aqui no site um desafio de um prato que deve ser preparado por vocês em suas casas ao longo de todo o mês. Você pode fazer a sua receita, da forma como quiser, desde que seja o prato proposto aqui...esta é a idéia, trocar as receitas, pois se todos fizessem a mesma não haveria troca.
2)No último dia do mês, você deve postar a receita que fez no seu site, com foto, ingredientes e modo de preparo e com o logo que fiz (que é bem simplesinho, pois não entendo quase nada de computador, mas que é bonitinho)
3)Daí basta me mandar um email para adorocozinhar@hotmail.com confirmando que postou sua receita do desafio, para eu poder listas os links aqui no site, assim todo mundo pode ver variações de um mesmo prato e podemos trocar muitas experiências.
Este post é só para me redimir do sumiço destes dias...estou de cama minha gente com uma dor horrorosa no pescoço (tipo um torcicolo MUITO forte) que me impede de ficar aqui escrevendo e me impede de cozinhar, pois a dor é instensa, então só entrei aqui para dar este alô para você, e para não dizer que não "falei das flores" estou colocando fotos de algumas das minhas canecas de coleção que amo tanto.
Estas são muito importantes, pois são de quando fiquei grávida da Sarah...eu vi num site de uma loja em SP e não tinha como comprar pois eles não entregavam, mas eu comprei e um amigo me trouxe...comprei para pais (nós), avós, titio e titia e padrinho e madrinha...cada uma com um motivo pitado à mão LINDO né?
Esta comprei na minha primeira viagem internacional...quando fui para a casa da minha irmã em Seattle (comprei na lojinha para funcionários da Microsoft) onde minha irmã trabalha.
Esta minha irmã trouxe para mim de Pisa, e é muito legal, pois ela é torta como a Torre de Pisa...por isso é única..e adoro.
Estas são só algumas...tenho muito mais que mostro para vocês aos poucos.
Amanhã estarei indo para São Paulo ver meus pais (interior de São Paulo) e vou descansar um pouco, mas vou estar no dia 02 de maio em São Paulo capital e se alguém estiver por lá, vamos marcar de nos conhecer...blogueiros de São Paulo, quero ir no Mercado Municipal comprar umas coisinhas e podemos nos encontrar...me escrevam.
Cheguei hoje na casa da minha mãe, em Guaratinguetá (interior de São Paulo) e enquanto ela, meu pai e meu marido estão aqui gritando de tanto torcer para o time do Guará que está jogando com a Ponte Preta, estou comendo meu quarto prato de feijoada do dia.
Gente...tirei a barriga da miséria. Falei para a minha mãe que a gente estava com vontade de comer a feijoada dela e ela caprichou...uma feijoada para umas 10 pessoas (e só tinham quatro...risos) + couve + vinagrete + farofa + laranja+pimenta + torresmo = MUITA ALEGRIA.
Matamos a saudades, comemos muito e como se não bastasse minha mãe (que não é nem um pouco chegada à cozinha (já expliquei aqui antes de onde tirei este amor) tinha encomendado um bolo de chocolate divino...bem molhadinho, com bastante recheio mas não muito doce...daí ainda comi mais 2 pedaços dele...acho que esta temporada aqui vai ser boa para a cabeça e ruim para a balança, mas depois a gente recupera.
Só para vocês verem o nível que atingiu a comilança, depois de tudo isso ainda ganhei um presente de Páscoa atrasado...adivinhem...
Viu, oque dá comer daquele jeito...brincadeira, na verdade não comi tanto assim, mas acordei hoje com uma dor abdominal insuportável e muita ânsia, então achei por bem ir ao Pronto-socorro, onde fiquei umas duas horas tomando medicação na veia e depois de vários exames de sangue e urina, estou com uma infecção que me deu uma TREMENDA dor de estômago e fiquei o dia todo de molho...remédios, repouso, comida leve e muuita dor...então nem pude comer mais o bolo maravilhoso...para falar a verdade eu nem quis.
Agora estou melhor, mas ainda com dor.
Fiz até um sorvete ontem que ia postar hoje, mas não tive coragem para nada e nem para tirar foto..então coloco depois.
Como eu disse antes, eu tinha feito um sorvete de abacate, que não tive coragem de colocar aqui por causa da minha ligeira hospitalização, mas hoje o maridão me ajudou nas fotos e como rpometido, aqui está ele.
A receita e inspiração foram tiradas do site da Ana Elisa, e posso dizer que o sorvete é uma delícia e super original, a cor fica linda e o sabor é como um creme de abacate daqueles batidos com leite, só que com consistência de sorvete...Muito bom.
Esta é a receita que fiz, adaptando um pouco a da Ana Elisa:
SORVETE DE ABACATE Tempo de preparo: 20 minutosRendimento: 1 litro
Ingredientes:
1 abacate grande
1 xíc. e 1/2 de creme de leite fresco
1 xíc. de leite integral
3/4 xíc. de açúcar
suco de 1/2 limão
1/4 de colh. (chá) de sal
Preparo: Retire a polpa do abacate e bata-a com o restante dos ingredientes num liqüidificador até ficar uniforme. Se o dia estiver muito quente, leve o creme à geladeira por algumas horas. Senão, coloque direto na sorveteira e siga as instruções do fabricante.
Como eu estava sem a sorveteira na casa da minha mãe...tive que colocar direto no congelador, num recipiente fechado, mas ficou bom mesmo assim.
Esta macarrão já é um clássico aqui de casa. Só não sei como pode ser um clássico variando tanto...risos, mas é. É porque eu nunca faço da mesma maneira...sempre tem rúcula e sempre tem bacon, mas o resto pode variar de acordo com a vontade do freguês, ou de acordo com o que você tenha na sua geladeira e que queira usar.
Hoje por exemplo eu usei: um tomate picadinho, o bacon picadinho, um resto de champignon que tinha por aqui, 2 ovos batidos, queijo parmesão ralado e creme de leite fresco.
Faço assim: cozinho o macarrão (aqui usamos fetuttine) e enquanto ele cozinha eu coloco azeite numa panela e coloco o bacon para dourar. Quando doura eu junto o tomate picado e o champignon (não coloco sal porque o bacon e o queijo já são salgados e já coloco sal na água do macarrão). Deixo só um pouco até juntar um pouquinho da água do tomate e para pegar o sabor do bacon e desligo.
Quando o macarrão estiver cozido eu escorro e volto para a panela daí junto nele quente os dois ovos batidos e uma xícara de creme de leite fresco que misturei com umas 100g de queijo parmesão...tudo fora do fogo.
Misturo bem (só o macarrão quente já é suficiente para dar liga neste molho) e daí coloco o macarrão numa vasilha onde já coloquei toda a rúcula lavada e por cima jogo a mistura de bacon, champignon e tomate, e depois é só polvilhar com mais queijo e servir.
Chiquita era a minha avó, e quando eu era pequena ela costumava fazer muito este pãozinho, que a gente amava, porque parecem aqueles pãezinhos molinhos de padaria que toda criança adora e a receita dava muitos pães. Me lembro que ela tinha uma lata grande onde ela enchia com os pães e a gente ia comendo aos poucos.
Quando eu comecei a me interessar por cozinha, pedi a ela que me ensinasse a fazer...naquela época, como ainda tinha uns 15 anos, achava tudo absurdamente complicado e ela fez uma receita do pão comigo e eu nunca mais o fiz, não sei se por achar que era difícil, se por preguiça, ou se por tristeza de lembrar dela mesmo.
Só sei que ontem uma amiga que eu gosto muito daqui de Guará (cidade onde minha mãe mora) me chamou para tomar um café na casa dela e eu resolvi desencavar a receita dos pãezinhos, pois queria levar alguma coisa especial, e lá fui eu.
A receita é simples e, mesmo sendo um pão, ele dá ponto na massa com uma quantidade exata de farinha, o que fica bem fácil para quem ainda não sabe quando o ponto está bom. Além disso, é uma receita que rende: a minha deu uns 50 pãezinhos, sendo que não deu mais porque fiz 2 experiências diferentes que precisaram de um pouco da massa.
Você pode assar estes pães e depois colocar em saquinhos no congelador e congelar. Quando quiser é só tirar e deixar descongelando que ele continua uma delícia.
E apesar da massa ter leite condensado ele não fica doce de maneira alguma, pois é pouco leite condensado comparado à quantidade dos outros ingredientes, então ele é feito para ser salgado mesmo, para comer com manteiga, requeijão, ou o que mais você quiser (mas também fica delicioso com uma geléia).
Por fim, antes de dar a receita, queria contar que fiz 2 experiências com a massa desta vez (ou eu não seria eu).
A primeira foi fazer um pão maior, como se fosse um pão rústico que pudesse ser cortado em fatias, coisa que deu muito certo e recomendo.
A segunda foi uma rosca que fiz e, antes de ir ao forno, pincelei com gema de ovo como todos os outros mas joguei por cima uma mistura de açúcar com canela para ver se ficava como uma espécie de Pretzel...olha, não sei como fica frio, porque não sobrou para contar história, pois a hora que saiu do forno todo mundo sentou e então percebi que devia ter feito mais destes...ficou uma delícia mesmo e recomendo mais ainda.
Receita:
50 g de fermento biológico (eu usei aqueles frescos de tablete)
1 lata de leite condensado
1 medida da lata de água morna
1/2 medida da lata de óleo
4 ovos
1 pitada de sal
1 Kg de farinha (e mais um pouco para dar ponto se preciso e para polvilhar na forma)
1 gema de ovo batida para pincelar os pães
Preparo:
Bata o fermento, o sal, os ovos e os líquidos no liquidificador e despeje numa vasilha grande. Vá acrescentando o trigo aos poucos e mexendo com uma colher para misturar bem até que a massa fica bem espessa e você precise usar as mãos. Coloque o quilo de trigo todo (para mim foi o suficiente para dar ponto na massa até que ela desgrudasse das mãos e eu conseguisse fazer as bolinhas).
Polvilhe trigo no fundo das formas que você vai usar e faça as bolinhas e vá colocando com uma boa distância entre elas, pois o pão cresce bastante.
Eu coloquei duas das minhas quatro forma dentro do forno apagado para abafar e deixar ela crescer e as outras duas coloquei na mesa e cubri com uma toalha, sendo que ela tem que ficar presa em alguma coisa mais alta para não encostar nos pães quando eles crescerem e não correr o risco de furar.
Depois de 2 horas e meia eles já tinham dobrado de tamanho, então pincelei a gema em todos eles, com muito cuidado para não furar o pão (em lugares mais frios este tempo deve ser maior, por isso quanto mais abafado e protegido o lugar que eles ficarem crescendo, melhor)
Coloquei no forno baixo (180 graus) pré-aquecido. Esta massa assa bem rápido, você tem que ficar de olho...no meu forno foram 20 minutos cada forma e já estavam douradinhos.