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Entries for week 13 of 2008

From 3/29/2008 to 4/4/2008


SUN
30
MAR

O último coelhinho chegou!!

By Fernanda Pereira

Este é um post apenas para agradecer as amizades que tenho e as demosntrações de carinho que elas me dão constantemente.

 

Verinha...seu coelhinho da Páscoa chegou aqui em Recife, recheado de chocolates da Kopenhagen e perfumes e quero dizer que amei...não só os presentes mas sua amizade que já dura mais de um ano...e que me é muito importante.

 

 

"(...) amizade, esse verdadeiro porto seguro da nossa emoção; a única coisa que é capaz de manter um casamento feliz por décadas, a única coisa capaz de complementar, ou mesmo substituir a família no sentimento de que existe alguma retaguarda para nós; um acolhimento da nossa maior autenticidade, o descanso so papéis sociais representados; a tolerância sem superioridade com nossos momentos de alma pequena, quando nada vale a pena; o único lugar onde se pode falar abobrinhas alternadas com as mais sérias confidências, aquilo que se fala para quem se confia, em quem se tem fé, em quem se acredita." (Francisco Daudt da Veiga)

 

Esta é para você amiga




SUN
30
MAR

Fim de semana em Maceió - post comprido mas diversificado.

By Fer Ayer

 

Esta sou eu lendo a edição da revista Viagem deste mês sobre a cidade de Maceió, e num acesso de loucura, eu e o Frederico resolvemos pegar o carro e bater 3 horas de viagem de Recife até lá no fim de semana (na BR 101) para conhecer mais um pedacinho do Nordeste.

 

Na revista, além dos inúmeros pontos turísticos, tinha ainda muita indicação gastronômica, de lugares com ótima comida que "deveríamos" visitar. Como em dois dias não dá para conhecer tudo, tivemos que priorizar o que fosse, na nossa opinião, o mais legal.

 

Então vou contar aqui para vocês como foi o primeiro dia.

Resolvemos ir até a praia do Francês (muito conhecida em Maceió), que é uma parai normal, águas tranquilas (muita alga) e várias barracas tipo restaurante com guarda-sol na praia (não estava muito cheia pois agora por aqui já é baixa temporada).

 

 

Este é o cardapio padrão daqui do Nordeste...risos...cardápio vivo eles chamam.

 

 

 

Então comecei as degustações e chamo degustação pois experimentei muita coisa este fim de semana, começando por uma coisa que eu nunca tinha comido na vida...LAGOSTA.

Esta é a lagosta antes de ser preparada.

 

 

Depois de servida.

 

 

Gostei muito da lagosta, que foi preparada só na manteiga...não me matem aqueles apreciadores da boa comida como eu, mas achei bem parecido com peito de frango, só que mais molhadinho e mais suculento? Já tiveram esta impressão também?

 

É lógico que como toda cidade de praia, aqui tem aquelas barraquinhas na beira da estrada que vendem doces caseiros típicos da região...nesta barraca da Marilucia achamos cocadas de todos os tipos, tinha cocada de jaca, de maracujá, de gioabada (que foi a que compramos) e mais vários outros tipos...olha a variedade.

 

 

 

Depois da praia estávamos com fome e no caminho para o hotel (já no fim da tarde) paramos numa barraca da orla de Maceió chamada Lopana e indicada pela revista como uma das melhores para comer alguma coisa.

 

 

Pedimos um prato chamado provoleta que nos surpreendeu pelo sabor. Era um pedaço grande de provolone derretido na chapa, polvilhado com parmesão e servido com torradinhas de pão sírio...tudo quentinho.

 

 

Quanta comilança...não quero nem saber quanto estou pesando...ai...

E você pensa que acabou por aqui o dia? NADA...depois da maratona, banho e uma soneca de 3 horas na pousada, trocamos de roupa e fomo a pé para um restaurante extremamente bem recomendado tanto pelas revistas que lemos, quanto pelo Guia Quatro Rodas...o Divina Gula.

 

 

O ambiente é muito agradável e serve comida típica mineira. Decoração rústica muito bonita, garçons super simpáticos e ficamos numa parte do restaurante chamada (Lá de Lá – leia-se lado de lá...risos) pois antes havia só o Divina Gula, depois foi ampliado e chamaram a parte ampliada de Outras Bandas (acho que é isso, não tenho certeza) e depois quando fizeram esta outra área climatizada foi chamada Lá de Lá.

 

 

 

Lá comemos um prato que tinha arroz, tutu de feijão (que vem com torresmo e um ovo frito em cima), carne de porco, lingüiça apimentada, banana a milanesa e couve...comida para um batalhão...fiquei até me sentindo mal quando sobrei e perguntei para o garçom o que faziam com a comida que sobrava...que me disse que eles doam a comida em boas condições para instituições de caridade e que a misturada é usada de comida para a criação...menos mal.

 

 

 

De sobremesa resolvi inovar e pedi um Sorvete de Tapioca, com calda de tangerina e crocante de coco queimado...estava divino, isso sem contar a apresentação do prato que era muito bonita...a foto não faz jus pois estava escuro e minha máquina não é uma Brastemp, mas é só para vocês verem.

 

 

 

 

E assim acabou o primeiro dia...exaustos, enfastiados e dormindo na cama da pousada para começar tudo de novo no segundo e último dia.

Te vejo amanhã.




MON
31
MAR

Segundo dia em Maceió

By Fernanda Pereira

No segundo dia acordamos ultra cedo pois queríamos fazer um passeio para bem longe, pegamos o carro e 3 horas depois estávamos em Piaçabuçu, já fronteira com o Estado de Sergipe, para conhecer a Foz do Rio São Francisco, o lugar onde o "Velho Chico" se encontra com o mar.

 

 

 

O passeio vale muito, pois um barco nos leva da cidade até o encontro do rio com o mar, que é lindo de se ver, indescritível, sendo que uma margem do rio é Alagoas e a outra Sergipe (dois Estados separados por aquela beleza de rio). E lá na foz tem umas dunas de tirar o fôlego da gente de tão lindas...passei um dia maravilhoso com a família, tomei banho no Velho Chico e voltei revigorada.

 

 

 

Mas esta história também tem que acabar em comida né? Pois no barco íamos ter uma hora de viagem até a foz, e a embarcação nos serve frutas durante este período: melancia, manga, goiaba, banana, mas de repente 3 frutas que eu nunca tinha visto e nem ouvido falar, que são típicas da região: a Siriguela, o Araça e a Pitomba...todas pequenas como dá para ver na foto. A Siriguela tem caroço, o Araça se come todo, deixando só a coroinha dele e a pitomba se parece com uma mistura de uma e lixia, não devemos comer a casca e quando abre parece uma lixia mesmo.

 

 

Depois de todo este passeio e da volta de mais 3 horas, chegamos famintos em Maceió e paramos numa cafeteria muito recomendado também, chamado Nakaffa.

 

 

O lugar é pequeno mas muito agradável e lá eu comi um quiche de queijo e bacon, um capuccino "doppio" (com 2 doses de expresso).

 

 

E de sobremesa um cheesecake de goiabada que me surpreendeu bastante pelo sabor e textura...estava muito bom.

 

 

De noite fomos degustar a última refeição na cidade e jantamos num restaurante eleito como o melhor da cidade e especializado em comida peruana - chamado Wanchako.

 

 

Pedimos de entrada um prato chamado Conchitas, que eram casquinhas com camarão dentro e com muito parmesão em cima gratinados, um sabor maravilhoso e a apresentação do prato também.

 

 

Como eu tinha gostado da lagosta pedi um spaguetti com molho de queijos, levemente apimentado com camarão e lagosta, este não deu nem para tirar foto...hahaha...comemos na hora, mas estava maravilhoso e surpreendeu pela pimenta e o forte sabor de gengibre no molho...AMEI.




MON
31
MAR

Cheesecake de limão.

By Fernanda

Tinha um monte de limão aqui em casa (desde o jantar mexicano) que ia estragar...na verdade eu queria fazer um sorvete com ele, mas não achei nenhuma receita que evitasse o creme de leite fresco, que aqui em Recife é de péssima qualidade, então resolvi fazer um cheesecake, inspirada naquele que comi no Nakaffa no fim de semana e que deixou saudades.

 

Peguei a receita da massa do CybercookOpen in a new window (que reduzi bastante) e do recheio do Chucrute (da Fer)Open in a new window, pois o recheio da Fer estava sob uma base de massa de farofa comprada pronta que não tem aqui no Brasil, então a massa tirei do Cybercook.

 

Como eu não queria fazer um doce muito grande, já que tudo sobra aqui em casa...reduzi todas as medidas meio no “olhômetro”.

 

 

Então para a massa usei só 50g de bolacha tipo maizena batida no processador com 2 colheres de sopa de margarina derretida. Peguei esta farofinha ainda quentinha e moldei só no fundo de uma forma de aro removível forrada com papel manteiga média (nem pequena e nem grande).

 

Já para o recheio, também diminui a receita da Fer...como só achei cream cheese em embalagem de 150g e a receita pedia 250g.

Coloquei as 150g na batedeira e bati um pouco e depois fui acrescentando bem devagar 2/3 de uma lata de leite condensado até formar um creme liso (não gosto de deixar a lata assim aberta na geladeira só com um resto, porque sempre fica lá sem ter o que fazer, mas com isso me preocupo depois), daí juntei quase que uma colher de sopa de essência de baunilha e 2/3 de xícara de suco de limão que bati na mão só no final.

 

Despejei este creme por cima da massa que tinha acabado de colocar na forma e levei para a geladeira para gelar. Depois só desenormei e decorei com raspas de limão.

 

Desenformei com facilidade depois de 3 horas, ficou uma gracinha, mas poderia ter ficado um pouquinho mais durinho eu acho se tivesse seguido a receita à risca ao invés de ir reduzindo no olhômetro...risos, mas o sabor ficou muito bom...azedinho e doce (me lembra aquele chiclete antiiiigo).




TUE
1
APR

Mini-chef 2, ela voltou.

By Fernanda

Bom, o post do dia vai ser dedicado à minha mini-chef de novo, pois estou amando este gosto dela pela cozinha...é lógico que é só para poder fazer bagunça e meleca à vontade sem levar bronca e ainda poder comer bastante “porcaria” depois né? ...risos...uma vez que as receitas para crianças são nada nutritivas, mas mesmo assim é uma gracinha.

 

 

Usamos o mesmo livro da outra vez que tem receitas só para crianças e ela escolheu uma receita de “Docinho Além-mar” que parecia super simples, então vou ser bem honesta com vocês...a receita estava completamente errada...falta alguma coisa e por isso não deu certo o ponto que deveria ficar, por isso não vou colocar aqui. Deveria-se misturar leite em pó com leite de coco e açúcar até dar ponto de fazer tipo “cobrinhas” com a massa e cortar os pedacinhos para enrolar como brigadeiro, mas este ponto não acontece (fica muito grudento para enrolar) e ao tentar colocar mais leite em pó para dar o ponto o negócio depois de gelado ficou duro que nem pedra, ou seja, nem ela comeu coitadinha...

 

Mas de qualquer forma valeu a experiência de vê-la ali, literalmente com a mão na massa, misturando tudo, pois ela achou o máximo misturar tudo com a mão como já me viu fazer tantas vezes...se sentiu importante...e é isso que vale né?

 

Então doce fracassado, experiência divina e olha ela que fofa...

 




TUE
1
APR

Desafio para sua cozinha - desafio de abril é um Cheesecake.

By Fernanda

 

Hoje, lendo como sempre os blogs que costumo ler diariamente, vi mais uma vez que a DaniOpen in a new window tinha postado uma receita de um tal “desafio”. Sempre tive vontade de saber de onde ela tirava estes desafios e desta vez acabei perguntando e agora pouco ela me mandou um comentário passando o link do site que publica estes desafios (mas que para minha tristeza é todo em inglês). Sim, eu falo inglês, mas achei a história toda muito complicada, então tive a idéia, porque não fazermos nosso próprio desafio em Língua Portuguesa?

 

Não quero ganhar nada com isso não e nem é publicidade, isso posso jurar, só achei que seria uma troca de experiências muito legal, para trocarmos idéias de ingredientes, variações de modo de preparo de um mesmo tipo de prato.

 

A idéia é simples:

 

1)     Todo primeiro dia do mês eu coloco aqui no site um desafio de um prato que deve ser preparado por vocês em suas casas ao longo de todo o mês. Você pode fazer a sua receita, da forma como quiser, desde que seja o prato proposto aqui...esta é a idéia, trocar as receitas, pois se todos fizessem a mesma não haveria troca.

 

2)     No último dia do mês, você deve postar a receita que fez no seu site, com foto, ingredientes e modo de preparo e com o logo que fiz (que é bem simplesinho, pois não entendo quase nada de computador, mas que é bonitinho)

 

3)     Daí basta me mandar um email para adorocozinhar@hotmail.comOpen in a new window confirmando que postou sua receita do desafio, para eu poder listas os links aqui no site, assim todo mundo pode ver variações de um mesmo prato e podemos trocar muitas experiências.

 

 

O que acham? Acho uma delícia...e para começar, como estou à procura do creme perfeito e ainda não achei (e pode ser que algum de vocês saiba fazê-lo) vou lançar o desafio do CHEESECAKE e espero que dia 30/04 eu veja muitas idéias maravilhosas para eu testar aqui em casa depois.




WED
2
APR

Ponto de calda.

By Fer Ayer

Primeiro deixa só eu esclarecer uma dúvida que me perguntaram do desafio do Cheesecake (todo mundo deve postar sua obra no dia 30/04 e me mandar o email avisando para eu linkar no site ok? todas no mesmo dia)  

 

Agora mudando de assunto.  

 

Quando fui aprender a fazer fio de ovos tive que aprender primeiro a dar ponto na calda que teria que banhá-lo, e dar ponto em calda nunca foi uma coisa muito simples, pelo menos para mim.

 

Quando fui fazer o quindim...a mesma coisa...ponto de fio brando, e errei 2 vezes até acertar, então, buscando na net algo que explicasse o ponto depois do segundo erro, achei várias informações, uma delas muito bem explicada.


Calda é uma solução de açúcar em água fervente. Sua consistência varia de acordo com a quantidade de açúcar em relação à de água. Ela se tornará mais ou menos concentrada conforme o tempo de cozimento e o volume de água que perder. Assim, desenvolverá diferentes características às quais chamamos ponto da calda.
O ponto pode ser verificado com auxílio de um termômetro culinário ou observando-se como a calda se comporta em contato com o ar ou água fria. Quando atingir o ponto desejado, retire a panela do fogo e empregue a calda imediatamente.

COMO PREPARAR UMA CALDA

Ingredientes
Meio quilo de açúcar
2 xícaras de água
2 colheres de sopa de glucose de milho (opcional)

Preparando
Ponha o açúcar em uma panela pequena sem deixar que ultrapasse a metade da altura, porque ao ferver pode derramar. Junte a água e a glucose e misture bem. Leve ao fogo, mexendo até o açúcar se dissolver. Deixe no fogo sem mexer. Quando a calda fervente começar a soltar umas bolhinhas grossas é sinal de que a água iniciou a evaporação e entrou na fase de cozimento. A partir desse momento, diminua o fogo e preste muita atenção, pois num instante a calda passa de um ponto para outro.

PONTOS

Ponto de pasta ou Ponto de véu
É o ponto mais tênue e ralo. Para obtê-lo, assim que a calda entrar em fase de cozimento, mergulhe uma escumadeira ou colher. Levante-a e, se a calda ficar ligeiramente presa à escumadeira e escorrer, formando uma espécie de franja ou chuva, o ponto está adequado. É o ponto utilizado no preparo de xaropes e caldas ralas.
O termômetro marcará entre 95 e 100 graus.

Ponto de fio brando
Após atingir o cozimento, continue cozinhando em fogo brando. Esfrie uma colher na água e em seguida retire um pouco de calda da panela. Mergulhe os dedos em água fria e, com cuidado para não queimar, pegue um pouco de calda entre o indicador e o polegar. Um fio fraco se formará e se romperá assim que os dedos forem afastados. É o ponto utilizado para regar alguns cremes, frutas e doces. O termômetro deverá marcar 105 graus.

Ponto de fio forte
Semelhante ao fio brando, porém mais firme. Repita o teste anterior. Um fio mais resistente se formará e levará mais tempo para se romper quando os dedos afastarem. É o ponto utilizado para preparar alguns cremes, doces de pasta e geléias. O termômetro marcará de 107 a 110 graus.

Ponto pérola
Sempre em fogo brando, depois que já estiver cozinhando há algum tempo, a calda atingirá o ponto de pérola. Mergulhe um palito e ao retirá-lo várias bolhinhas se formarão em sua superfície.
Outra forma de verificar este ponto é deixando escorrer a calda de uma colher de pau. Você obterá um fio mais resistente e que forma na ponta uma bolinha semelhante a uma pérola, ou gota. O termômetro marcará 112 graus.

Ponto de voar
Após algum tempo de cozimento, retire um pouco da calda com uma escumadeira. Ao contrário do ponto de pasta, serão formados fios finíssimos e longos, mas que não se quebram, nem soltam da colher. É o ponto usado para merengues, glaçar frutas e doces. O termômetro marcará 120 graus.

Ponto de bala mole
Para verificar este ponto, em uma xícara com água fria, despeje uma colher da calda. Em seguida, com os dedos, retire a calda que deverá estar como uma bala macia e puxenta, podendo ser moldada facilmente. Serve para balas moles, merengue italiano, marshmallow, caldas mais densas. O termômetro marcará 115 graus.

Ponto de bala dura
Procedendo como no ponto de bala mole, forme imediatamente uma bala com os dedos. A bala formada ficará dura e quebradiça. Pode-se também derramar uma porção da calda em um pires com água fria. Se ela se quebrar ao ser comprimida com o dedo, estará no ponto desejado. O termômetro marcará 135 graus.

Ponto de caramelo
Imediatamente após o ponto de bala dura, a calda atinge o ponto de caramelo. Nesse ponto a calda apresenta uma tonalidade dourada um pouco mais forte que um guaraná e um perfume de caramelo.
Deixe cair algumas gotas de calda em uma tigela com água fria.
A calda deve estalar. Usada para caramelização de fôrmas e doces. O termômetro marcará 145 graus.
Para fazer uma calda de caramelo, depois de atingir o ponto, retire do fogo e cuidadosamente jogue uma xícara de água. Retorne ao fogo brando e mexa até derreter por completo.

 




WED
2
APR

Novo apetrecho.

By Fer Ayer

Ontem fui na Tok Stok Open in a new window(super loja com coisas para casa daqui do Brasil para quem é de fora) e como sempre, não resisti e saí de lá com uma comprinha básica...2 itens que queria muito.

O primeiro, que já usei ontem, que é bonitinho e simples (pois não necessita de tomada nem nada), é este ralador de queijo.    

 

 

Você só abre a parte de cima dele, coloca um pedaço de queijo parmesão lá e depois encaixa de novo e vai girando com a mão. 

 

 

Tem que fazer uma forcinha, pois é manual, mas ajuda o meio ambiente gastando menos energia né gente...ando numa fase super ecológica, barrando as raias da loucura, mas tudo bem (assistindo muito "Chega de Desperdício" na GNT).

 

O segundo conto depois que usar, tá?




THU
3
APR

O outro apetrecho!!

By Fernanda

Não se decpcionem, sei que este apetrecho não é novidade para muitas de vocês, senão para todas...mas é que eu namorava este "secador" de folhas há muito tempo e nunca tinha coragem de comprar por causa do preço...ficava sempre naquele dilema: "Mas o alface custa R$1,00 e vou comprar um negócio para secar que custa R$ 60,00?"

 

 

Pois é, eu sucumbi total, não aguentei mais ficar jogando alface, rúcula e um monte de coisa fora porque ficava molhado, murchava e fedia que era uma beleza...então à longo prazo, devo até fazer uma economia, pois nunca mais vou jogar minhas folhinhas fora...eba. (Pelo menos estou tentando me convencer disso para não doer na consciência...haha)

 

A novidade que achei neste e que não tinha visto em outros é que na tampa, como vocês podem ver na foto, tem uma argola e uma cordinha, então funciona que nem aqueles brinquedos de criança, você puxa a cordinha que gira com força o cesto de dentro e vai "comendo" a cordinha de volta para dentro da tampa.

 

Será que o mecanismo dura?

Além disso ainda aproveitei outra dica que já li em várias revistas que é a de colocar o alface num pote plástico intercalando folhas de papel toalha para absorver o resto de água que possa ter sobrado nas folhas...o que faz com que eles durem mais tempo na geladeira.

Gostaram?

 

 

Então nem vou contar para vocês o apetrecho que vou estrear hoje...haha...morram de curiosidade que coloco as fotos aqui amanhã...este é de morrer...pelo menos para mim (eu nunca tinha visto)...




THU
3
APR

Em homenagem ao Chucrute...

By Fernanda

Fer, sempre vejo suas flores lindas no ChucruteOpen in a new window e amo, mas até hoje não tinha aprendido a mexer na função macro da minha máquina...ainda tô apanhando dela, mas como consegui hoje, tirei esta em sua homenagem...que me inspirou, e como flor, beleza, cores e texturas tem tudo a ver com boa comida, acho que vou colocar sempre.

 




FRI
4
APR

Merengue de morango...

By Fernanda

Resto de suspiro, resto de morango...o que fazer?

 

 

Merengue é o tipo de doce que não tem receita, pois basta fazer as camadas de suspiro, chantilly e morango e colocar para gelar, e você tem um doce que é simplesmente maravilhoso na minha opinião.

 

Se não quiser fazer camadas você também pode misturar todos estes ingredientes e fazer o famoso "Eton Mess" da Nigella, que nada mais é do que merengue misturado (só que ela tempera os morangos com açúcar e vinagre balsâmico).

 

A receita de suspiro você encontra aqui no site




FRI
4
APR

Leitura cabeça.

By Fernanda

Estes são os mais novos livros da minha prateleira.

 

 

Segredos de chefs Open in a new window(que ganhei de presente) e como são dicas estou lendo aos poucos.

 

Maus Bocados (Anthony Bourdain)Open in a new window que também ganhei de presente do meu marido e só li o prmeiro capítulo, na verdade não sou muito fã dele e dos programas dele na TV à cabo, mas meu marido já leu e amou e está insistindo, então vou ler..haha

 

Por fim o livro que eu não ganhei e queria muito ler, desde que vi a FerOpen in a new window falar sobre ele aquiOpen in a new window, então hoje fui comprar e já estou no terceiro capítulo...e para falar a verdade morrendo de medo de não comer mais nada depois que acabar com ele...risos...pois já na introdução de O Dilema do Onívoro (do Michael Pollan)Open in a new window ele já diz:

 

" Muita gente hoje parece totalmente satisfeita comendo na extremidade da cadeia alimentar industrial sem parar para pensar no assunto; provavelmente este livro não foi feito para essas pessoas. Há nele coisas que vão estragar seus apetites. Mas este é, em última análise, um livro sobre o prazer de comer, os tipos de prazer que, à medida que são conhecidos por nós, só tendem a se aprofundar"

 

Do jeito que estou fissurada devo ler bem rápido e logo conto para vocês...mas quem quiser se aprofundar o primeiro capítulo dele está disponível para leitura no site da Livraria Cultura.




FRI
4
APR

Amantes do café...este apetrecho me conquistou.

By Fernanda

Só tenho uma coisa a dizer...fui conquistada...eu passava sempre por ele, paquerava, flertava, me insinuava, mas ele não saía lá daquele lugar...sempre frio, sem me dar bola...

Mas esta semana foi diferente, entrei pela porta e ele praticamente se jogou em cima de mim....risos.

Não, não estou traindo o Frederico não, a não ser que meus apetrechos culinários possam ser considerados como um Ricardão...hehe.

 

Estou me referindo a um capuccineiro que eu estava louca para ter e nunca criava coragem...via ele na vitrine da loja, EM PROMOÇÃO, e mandei ver.

 

 

Amo capuccino e não queria aquele mixer porque achava meio "fulerinho" e achava que não ia funcionar e este parecia mais real, não sei porque...mas não é que o danado é um luxo mesmo...fiz café para eu e uma amiga minha esta semana tipo o capuccino da Kopenhagen.

 

 

Coloquei raspas de chocolate da Kopenhagen no fundo das minhas xícaras de coleção (olha que lindas)

 

 

Fiz o café expresso na minha mini cafeteira italiana.

 

 

Daí o apetrecho funciona assim, vc só coloca o leite no fogo para amornar...sem ferver e coloca ele na vasilha do apetrecho sem ultrapassar a marca preta, daí é só bater, puxando a bolinha da tampa para cima e para baixo...em menos de um minuto a espuma dobrou de volume o leite e está magnífica. Daí é só virar um pouco de leite e com a ajuda de uma colher puxar a espuma para a xícara e polvilhar canela em cima.

 

antes

 

depois

 

Deleitem-se!!!



   
 
   
 
   
 
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